Os aglomerados estelares são grupos de centenas a centenas de milhares de estrelas unidas por um campo gravitacional. E se uma estrelinha no céu já é bonito de ver, a reunião dessas esferas luminosas de plasma é um verdadeiro espetáculo. Descubra e saiba mais sobre 65 desses aglomerados no espaço capturados pela NASA.
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Descubra e saiba mais a respeito de 65 aglomerados estelares capturados pelo telescópio Hubble, da NASA --- Esta é uma das regiões de formação de estrelas mais dinâmica e detalhada do espaço, localizada a 210.000 anos-luz de distância da Pequena Nuvem de Magalhães, uma galáxia da Via Láctea. | Crédito: NASA, ESA and A. Nota
O aglomerado estelar Hodge 301 é um antigo aglomerado. Muitas de suas estrelas já explodiram como supernovas. Os filamentos no canto superior esquerdo foram comprimidos pelas explosões dessas estrelas. Em outra parte da foto, as estrelas estão nascendo. | Crédito: Hubble-Heritage-Team-AURA_STScI_NASA_ESA
Ampla visão de estrelas jovens e nuvens de gás na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia vizinha da Via Láctea. Essa região é chamada de LHA 120-N 11, e é uma das regiões de formação de estrelas mais ativas do Universo próximo. | Crédito: NASA-ESA-and-Jesús-Maíz-Apellániz-Instituto-de-Astrofísica-de-Andalucía-Spain
A imagem mostra a região central da Nebulosa da Tarântula na Grande Nuvem de Magalhães. O jovem e denso aglomerado estelar R136 pode ser visto no canto inferior direito da imagem. Este aglomerado contém centenas de jovens estrelas azuis, entre elas, a estrela mais massiva detectada no Universo até agora. | Crédito: NASA, ESA, P Crowther (University of Sheffield)
A imagem mostra um par de estrelas colossais, WR 25 e Tr16-244, localizadas dentro do aglomerado aberto Trumpler 16. Este aglomerado está incorporado dentro da Nebulosa Carina, um imenso caldeirão de gás e poeira que fica a aproximadamente 7500 anos-luz de Terra. | Crédito: NASA-ESA-and-Jesús-Maíz-Apellániz-Instituto-de-Astrofísica-de-Andalucía-Spain
A região central da imagem, contendo o aglomerado estelar, combina dados de luz visível (obtidos pela Câmera Avançada para Pesquisas) e exposições de infravermelho (feitas pela Wide Field Camera 3). | Crédito: NASA-ESA-the-Hubble-Heritage-Team-STScI_AURA-A.-Nota-ESA_STScI-and-the-Westerlund-2-Science-Team
Localizado na Grande Nuvem de Magalhães, uma de nossas galáxias anãs vizinhas, esse aglomerado jovem globular é cercado por um padrão de nebulosidade filamentar, que se acredita ter sido criado durante explosões de supernovas. | Crédito: ESA-NASA-and-Martino-Romaniello-European-Southern-Observatory-Germany
Esta imagem mostra um exemplo dos pilares que circundam o aglomerado estelar Westerlund 2. Estes pilares são compostos de gás denso e poeira, estão há poucos anos-luz de altura e apontam para o cluster central. | Crédito: NASA-ESA-the-Hubble-Heritage-Team-STScI_AURA-A.-Nota-ESA_STScI-and-the-Westerlund-2-Science-Team
O telescópio de raios X Chandra, da NASA, fez a primeira detecção de emissão de raios X de jovens estrelas do tipo solar que se encontram fora da galáxia Via Láctea. | Crédito: Raio X: NASA / CXC / Univ.Potsdam / L.Oskinova et al; Óptica: ESA, NASA / STScI; Infravermelho: NASA / JPL-Caltech | Crédito:
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